Aquela do jogo do Inter.
Okey, então é dia .... de Dezembro ta? Penúltima rodada do Brasileirão. Inter X Cruzeiro. Entrada é 5 quilos de alimento não perecível ou 5 litros de água pros coitados da enchente de Santa Catarina. Vamos ter um evento lá, por isso que eu vou, o fato de eu ser colorada fanática nem me passa pela cabeça.
A Beta ficou semanas atucanando, dizendo que a gente ia entrar no campo, que ia na cabine VIP e o escambau, mas quando chegou sexta feira eu nem sei se ainda vai rolar, tudo que ela me diz é ‘eu vou estar lá a partir das 14:30’. Righhht.
Com medo de que eu não ache eles, de que não consiga entrar ou qualquer uma das várias variáveis de percausos que possam por algum acaso ocorrer, eu arrasto minha irmã junto.
Vou literalmente ‘vestindo a camiseta’, a blusa da campanha da AIDS do ano passado. Como a Beta não me deu muitas informações (não que eu realmente tinha pedido, hehe), vou achando que o trabalho pesado vai cair na gente, mas quando chego lá vejo uma penca de pessoas de branco colocando camisinhas e lubrificantes em porta camisinhas de papelão (WTF?).
Bingo!
A Roberta ainda não estava lá, tudo bem, ainda não eram 14:30, então eu vou lá falar com as pessoas fazendo o trabalho árduo que passei uma manhã fazendo no ano anterior. Questão de empatia, sabe? Aí chego no, ahm, como posso chamar, ‘lider’ (?) dos branquinhos e me apresento e coisa e tal aí ele começa a me fazer uma penca de perguntas para as quais a única resposta que posso dar é ‘Bah, vai ter que esperar a Beta chegar =/’.
Pego uma caixa de camisinhas, uma sacola de porta camisinhas e começo a preenche-las, ainda recruto minha irmã pra ajudar. Ficar sentado vendo as pessoas fazerem coisas e não mexer um dedo não faz muito o meu estilo. Na verdade é uma das coisas que não posso evitar, daquelas que fazem eu me sentir mal MESMO, mega remorso.
Dali a pouco quem eu vejo no horizonte?
Com impreso de matérias do site e canetinha na mão?
Se não é o meu faixa, o graaande Sid?
Ele ajuda um pouco, aí a Roberta chega.
Converso com ela, mas nem a própria sabe se vai rolar de entrar, correr no gramado verdinho do Sport Club Internacional, assistir à partida de lugar privilegiado.
Achando que meu trabalho já foi feito, sendo que distribuir as ditas e reditas camisinhas não é meu (\o/) e devido ao fato de que a minha irmã jah ta se atirando pelos cantos com cara de cú dado ao fato de que está um calor de rachar o côco, resolvo entrar.
Me sento na inferior do estádio do meu time, na sombra, dali a pouco, meu telefone toca.
- Carol, sua boca aberta, por que tu entrou???
Nem preciso dizer quem é né?
¬¬
- Achei que vocês não precisavam mais de mim...
- Mas eu consegui pra todo mundo entrar no campo!!!
- É... é que eu to com a minha irmã e ela já tava cansada...
- Ta, eu conseguia pra ela também!!
- Ah, agora já deu...
- Ô boca aberta. Beijo
- Beijo.
Puta que pariu, de vez em quando a vida é foda.
Talvez eu tenha um pouco de culpa nisso, mas a vida tem mais!!!
Cinco minutos antes do jogo começar eu vejo a faixa da Campanha entrar. E logo depois dela a minha chefe, Cármen, a Nay, estagiária de PP, o Sid e a Beta.
A Beta.
Ela é gremista.
quarta-feira, 18 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Aquela da criação do blog.
Não, eu não sou uma assessora.
Pelo menos ainda não.
Como aponta o nome do blog sou uma simples estagiária, que passou quase três anos da sua vida trabalhando em assessorias. Um ano em órgão Federal, um ano e meio em órgão Municipal e chegando à marca dos 6 meses em um órgão Estadual. É, os órgãos públicos me atraem como um ímã atraí um pedaço de ferro. Involuntariamente.
O motivo pelo qual eu tive essa idéia louca de criar um blog sobre uma coisa que não sou é um simples alto e loiro motivo.
O nome desse motivo é Roberta.
Ontem eu tive um happy hour de aniversário com meus ex-colegas de ASSECOM, os do órgão Municipal, e a Beta me vem com a pergunta:
- E aí Carol, quando tu vai fazer outra daquelas historinhas sobre a gente?
E eu pensando ‘What the fuck....’, jurando que ela tava pensando em outra pessoa, pra mim ‘historinha’ é história em quadrinhos...
- Não entendi, do que tu tá falando? Que historinha?
- Que nem aquela, sobre o dia da AIDS...
Ahhhhh, a ‘historinha’ sobre o evento do Dia Mundial de Luta Contra A AIDS de 2007 (nossa, 2007, nem parece que faz tanto tempo assim...).
O que ela quis dizer foi um texto de jornalismo gonzo que eu escrevi em 2008 sobre a total madness que foi aquele evento.
Madness sendo a palavra-chave pra esse setor onde eu trabalhei por quase dois ano anos da minha vida.
Mas anyway, continuando...
- Ah, mas aquele foi um trabalho de faculdade, pra cadeira de Reportagem jornalística. Eu lembro que tive que mandar um e-mail pro meu professor pra pedir pra ele não mandar esse texto pra lugar nenhum por que a Kátia tava com medo que o marido dela lesse.
Essa é a parte do Happy em que a chefe entra na história, a Kátia diz que era casada, a Beta ri e a Sandra diz que a Kátia se ‘abre’ pra qualquer um.
Pois então, é isso, dona Beta é a inspiração pra esse blog, vou mandar o link pra ela e espero que ela leia por que é aqui que a história das coisas que eu lembro vão estar...
- É, por que agora tu tem bastante histórias pra contar. (Roberta)
Não, eu não sou uma assessora.
Pelo menos ainda não.
Como aponta o nome do blog sou uma simples estagiária, que passou quase três anos da sua vida trabalhando em assessorias. Um ano em órgão Federal, um ano e meio em órgão Municipal e chegando à marca dos 6 meses em um órgão Estadual. É, os órgãos públicos me atraem como um ímã atraí um pedaço de ferro. Involuntariamente.
O motivo pelo qual eu tive essa idéia louca de criar um blog sobre uma coisa que não sou é um simples alto e loiro motivo.
O nome desse motivo é Roberta.
Ontem eu tive um happy hour de aniversário com meus ex-colegas de ASSECOM, os do órgão Municipal, e a Beta me vem com a pergunta:
- E aí Carol, quando tu vai fazer outra daquelas historinhas sobre a gente?
E eu pensando ‘What the fuck....’, jurando que ela tava pensando em outra pessoa, pra mim ‘historinha’ é história em quadrinhos...
- Não entendi, do que tu tá falando? Que historinha?
- Que nem aquela, sobre o dia da AIDS...
Ahhhhh, a ‘historinha’ sobre o evento do Dia Mundial de Luta Contra A AIDS de 2007 (nossa, 2007, nem parece que faz tanto tempo assim...).
O que ela quis dizer foi um texto de jornalismo gonzo que eu escrevi em 2008 sobre a total madness que foi aquele evento.
Madness sendo a palavra-chave pra esse setor onde eu trabalhei por quase dois ano anos da minha vida.
Mas anyway, continuando...
- Ah, mas aquele foi um trabalho de faculdade, pra cadeira de Reportagem jornalística. Eu lembro que tive que mandar um e-mail pro meu professor pra pedir pra ele não mandar esse texto pra lugar nenhum por que a Kátia tava com medo que o marido dela lesse.
Essa é a parte do Happy em que a chefe entra na história, a Kátia diz que era casada, a Beta ri e a Sandra diz que a Kátia se ‘abre’ pra qualquer um.
Pois então, é isso, dona Beta é a inspiração pra esse blog, vou mandar o link pra ela e espero que ela leia por que é aqui que a história das coisas que eu lembro vão estar...
- É, por que agora tu tem bastante histórias pra contar. (Roberta)
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